Olá, João Ferreira por aqui!
Incrível como o tempo voa, não é mesmo?
Este ano nos presenteou com desafios, altos e baixos, alegrias e tristezas, decepções e realizações.
A sensação de “45 minutos do segundo tempo” domina o coração de muitos, criando um misto de angústia e expectativa.
Por que será que isso acontece? Vamos explorar esse tema nesta carta.
Comecemos pela angústia. Por que sentimos isso?
A angústia é um estado emocional marcado por desconforto, apreensão, ansiedade e inquietação. Trata-se de uma experiência subjetiva que varia em intensidade e duração, muitas vezes associada a sentimentos de incerteza, medo ou preocupação.
Destaco o termo “experiência subjetiva”.
Enfrentamos inúmeros desafios este ano, gerando estresse, seja ele positivo ou negativo.
Embora não escolhamos os desafios que enfrentamos, podemos controlar a forma como percebemos o que aconteceu.
Por exemplo, no trabalho, se sua equipe não atingiu a meta do mês e você recebeu uma bronca do seu superior, sua experiência subjetiva pode moldar sua reação:
O evento permanece o mesmo, mas a experiência interna difere.
O primeiro pensamento leva à baixa autoestima e estresse, enquanto o segundo gera motivação e resiliência.
Agora, olhe para trás e reveja seu ano.
Identifique situações negativas que poderiam ter sido abordadas internamente de maneira diferente.
Falando sobre expectativas, ao fim do ano, muitos sentem alívio pensando que um novo ano trará a realização de sonhos.
Essa expectativa, contudo, pode se tornar decepção muito rapidamente, perpetuando sentimentos de inutilidade e incompetência ao longo do ano.
Vou te ensinar o segredo para romper esse ciclo!
Analise três aspectos deste ano:
Este exame de consciência revelará tesouros de sabedoria, impulsionando seus sonhos no próximo ano.
Aprender com acertos e erros proporcionará maior resiliência emocional e uma conexão mais profunda com a realidade, pavimentando o caminho para uma vida mais leve, feliz e tranquila no próximo ano que se aproxima.
Boa reflexão!
Com carinho,
João Ferreira